terça-feira, 28 de junho de 2011

3º ENCONTRO DO GRUPO SÃO JOSÉ, BELO JARDIM-PE

IMPERDÍVEL!!!!!!!

Neste Sábado(dia 02) e Domingo(dia 03), na Igreja de São José, Cohab 2, teremos o Encontro do Grupo São José.

Programação:
Sábado, 19:00h: "NOITE DE CLAMOR E PROFÉTICA"
Domingo das 08:00h às 17:00h: Pregações, Orações de Cura e Libertação, Adoração ao Santíssimo Sacramento, Louvor, Celebração Carismática e muito mais........

Pregador: Gilmar (RCC Recife)
Tema: "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

Você não pode perder!

Se prepare para o FOOOOGO DE DEUS!!!!!!!!!!!!!!

AJUDE-NOS A DIVULGAR ESSE ENCONTRO

sábado, 23 de abril de 2011

Agentes de Onipotência

Jesus não produziu pão do nada. Ele começou com uma pequena quantidade, provida por um menino. Pare para pensar um pouco – cinco mil homens, mais mulheres e crianças tinham seguido a Jesus. Ninguém além daquele pequeno rapaz trouxe algo para comer?

Milhares se alimentaram do lanche de um mocinho! O maior milagre de Cristo sobre a natureza. Um espetáculo divino com uma dinâmica mensagem de esperança para nós.

Cristo pegou dois pescados e cinco pães e satisfez a fome de mais de cinco mil homens e um desconhecido número de mulheres e crianças. Deixando de lado o ministério de cura de Jesus, este foi indubitavelmente seu maior e mais tremendo milagre e também tão importante que foi descrito em todos os quatro Evangelhos. Precisamos entender porque Jesus fez uma maravilha tão estonteante. Esta suprema exposição de onipotência divina tem muitas facetas deslumbrantes, algumas das quais estão sendo examinadas aqui.

Quando Jesus viu as multidões se juntando, Ele perguntou a Felipe: "Onde vamos comprar pão para este povo comer?" (João 6:5). Felipe era somente um homem comum, um seguidor de Jesus. Ser questionado sobre isto pelo próprio Mestre colocou o homem em uma difícil posição. Como Felipe era daquela região, ele provavelmente sabia o caminho para um número de padarias. O que o perturbou não foi onde ele poderia comprar o pão, mas com o que eles iriam comprar o pão. Sua resposta foi sobre dinheiro. O salário de oito meses não seria suficiente para comprar comida para tamanha multidão, disse ele. Nem mesmo dez vezes mais daquela quantia bastaria. Talvez o equivalente ao salário de oito meses era tudo que Jesus e seus discípulos tinham no cofrinho.

a verdade, Jesus estava testando Felipe pois Ele "já tinha em mente o que iria fazer"(João.6:6). Será que Felipe não percebeu aquela pequena palavra "nós"? A pergunta de Jesus era "Onde NÓS vamos comprar pão...? – e não "Onde VOCÊ vai comprar pão?" Ele não esperava que Felipe fizesse tudo sozinho; ele compartilhou o problema e as responsabilidades que o acompanhavam. Para todos nós que servimos ao Senhor, aquela palavra "nós" deveria ser escrita em letras grandes em nosso quadro de avisos mental como base para tudo que empreendermos.

Jesus disse, "Sem Mim nada podeis fazer" (João. 15:5). Isto é um aviso? A intenção foi de deixar-nos ansiosos? Devemos lutar em oração por horas a fio para estarmos seguros de que Ele está conosco? Certamente se não podemos fazer nada sem ele, ele se certificará de que não tenhamos que agüentar por conta própria. Seu trabalho e Sua glória são importantes demais para depender se sentimos ou não a Sua presença. Ele nunca se afastaria e cruzaria os braços enquanto lutamos com uma tarefa além das nossas habilidades, ou imploramos e pleiteamos por Sua ajuda, sempre esperançosos mas nunca seguros. Sua promessa é "Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. (Mateus 28:20) Qualquer que seja a carga que tenhamos que carregar, Ele dividirá a carga com a gente. Ele é um companheiro de trabalho leal – um diretor geral que não se exclui quando é necessário colocar a mão na massa. Isto ficou poderosamente evidente na história da multiplicação dos pães, como veremos a seguir.

Onipotência necessita de mão de obra

Jesus não produziu pão do nada. Ele começou com uma pequena quantidade, provida por um menino. Assim fica um conto com uns cem significados. Pare para pensar um pouco – cinco mil homens, mais mulheres e crianças tinham seguido a Jesus. Ninguém além daquele pequeno rapaz trouxe algo para comer? Seguramente alguns outros eram do tipo que prestam atenção a estas questões práticas. No entanto, os discípulos somente encontraram um menino que lhes desse algo. Aquele menino tornou possível o maior milagre sobre a natureza desde a criação, gozando de um privilégio exclusivo e que não se repetiria. Que história e tanto ele teria para contar pelo resto de sua vida!

Se outras pessoas haviam trazido alguma coisa para comer, eles ficaram calados a respeito. Imagine então como eles se sentiram, quando os discípulos lhes deram pão e peixe da merenda do garoto. Jesus poderia ter usado seus sanduíches, mas eles deixaram a oportunidade passar – não somente a oportunidade de suas vidas, mas de todos os tempos.

Pessoas generosas nunca passam necessidade. Deus não escreve cheques ou joga dinheiro pelas janelas do céu. Ele já colocou tudo que nós precisamos aqui nesta terra e nos deu a habilidade de adquirir riqueza. Deus depende de nós para Seu plano e propósito. Ele dá a fim de que possamos dar, demonstrando a nossa credibilidade para realizar Sua vontade e propósito. Devemos ser agentes provedores. Necessidades físicas ou materiais somente podem ser supridas através de nós. Em outras palavras, o Seu plano é para que cooperemos com Ele, com Seu cuidado provedor. Se nós, assim como o garoto da Galiléia, somente temos pouco para dar, não precisamos nos preocupar: o Senhor pode fazer muito com o pouco. O Senhor pode fazer o que nunca poderíamos com o que nós damos.

Onipotência demanda ação humana

Jesus podia multiplicar pães e peixes, mas somente nas mãos dos Seus discípulos. Podemos imaginar esta cena? Jesus tomou os cinco pães de cevada e deu graças. Não havia absolutamente nada de extraordinário nisto; Jesus usou a fórmula Judaica normal. Ao invés de pronunciar algum tipo de bênção sobre os pães de cevada, Jesus agradeceu a Deus pelo que sabia ser a provisão para uma multidão.

Enquanto isso Jesus tinha tudo organizado. Primeiro todo mundo deveria se sentar em grupos de mais ou menos cinqüenta pessoas. Isto significava que quando a comida fosse servida, não haveria fila, aglomeração ou pessoas empurrando, com mulheres e crianças sendo acotoveladas para fora do caminho. Jesus faz milagres, mas há calma e raciocínio sem pressa por trás de tudo. Não há necessidade de nenhum projeto de fé demonstrar confusão.

Agora, simplesmente olhe o que aconteceu a seguir! Jesus não fez uma enorme pilha de pão e peixe para que as pessoas pudessem se servir. Ele tinha somente cinco pães e dois peixes pequenos em suas mãos. Ele partiu os pães, deu um pedaço ou dois para cada um dos doze discípulos, e falou para que fossem até os grupos de pessoas sentadas na grama. Perceba que Jesus não multiplicou a comida e então deu a cada um dos discípulos o suficiente para cinqüenta pessoas comerem. Ele deu aos discípulos um ou dois pedaços e não cestos cheios.

Assim como os outros, Pedro recebeu um bocado de alimento. Ele olhou para a comida e para as cinqüenta pessoas a dez passos de distância. Ele balançou a sua cabeça confuso e desanimado. Será que Jesus queria mesmo que ele compartilhasse um bocado de pão com cinqüenta pessoas? Ele deu um passo e parou, pensando que aquilo era ridículo demais até mesmo para começar. Ele olhou para trás e viu que Jesus estava sorrindo, confiante e cheio de certeza. Pedro olhou de relance para os pedaços de comida em suas mãos e depois para Jesus, fazendo isso várias vezes. Então repentinamente ele captou a intenção de Jesus; era como se o Mestre estivesse dizendo: "Vá! Vá! Vá!" O primeiro grupo estava somente a dez passos de distância, mas aqueles passos precisavam de fé. À medida que Pedro olhou para Jesus a fé o inundou. Este é o segredo para fazer o impossível: "Olhando para Jesus, o autor e consumador da fé" (Hebreus 12:2)

Muitos têm sido chamados e enviados, mas eles olham para seus meros recursos e limitadas habilidades e nunca dão os dez passos da fé. Com o pouco que eles têm como isto poderia ser alguma coisa além de uma luta perdida? Então eles optam por uma vida rotineira e se esquecem de olhar para Jesus. À medida que cada discípulo no Mar da Galiléia olhou para seu Mestre e deram passos para fazer o que parecia ser tolo e impossível, o milagre começou a surgir. Esse é o propósito do Cristianismo - manter os seus olhos em Jesus.

Milhares foram alimentados de uma caixa de lanche de um menino! O maior milagre de Cristo sobre a natureza.Um espetáculo divino com uma mensagem dinâmica de esperança para todos nós.

Pouco tempo depois dessa incomparável maravilha da multiplicação dos pães, Jesus ouviu seus discípulos falando e quase não pode crer no que ouvia; tamanha era a decepção. "Tendo olhos, não vedes? e tendo ouvidos, não ouvis? " ele perguntou. "Quando parti os cinco pães para os cinco mil, quantos cestos cheios de pedaços levantastes? "... Não entendeis ainda?" (Marcos 8:18-21).O que eles deveriam ter visto?

Os discípulos tinham perdido alguma coisa de vital importância sobre o incidente, mas ele lhes deu uma outra oportunidade.Ele lhes perguntou: "Quem dizeis que Eu sou?" (Mateus 16:15; Marcos 8:29).Era isto que o grande milagre no Mar da Galiléia deveria tê-los ensinado. No Velho Testamento Deus Se revelou pelos Seus poderosos feitos, não por visões e místicas revelações como relatado por fundadores de outras religiões. Nem saiu Jesus por ai informando a todos: "Eu sou o Filho de Deus". Ele simplesmente prosseguiu com o que Ele havia vindo fazer. Ele foi caminhando e libertando todos os oprimidos pelo diabo e aquilo falava tudo, como também quando multiplicou os pães. "...crede ao menos por causa das mesmas obras", disse ele (João. 14:11).

Ele queria que as pessoas O reconhecessem por causa delas mesmas e não por causa dele. Quando isso acontecia, Ele se alegrava. Pedro viu isto e falou: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo". E a resposta de Jesus foi, "Bem-aventurado és tu" (Mateus 16:16-17). A maior experiência na terra é conhecer a Jesus e perceber simplesmente quem Ele é, o Salvador da humanidade. Em outra ocasião "exultou Jesus no Espírito Santo”, e disse: “Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos" (Lucas 10:21).Isto deixa claro que você não precisa ser um gênio para reconhecer a verdade.O fim e o propósito da vida é que conheceremos a Jesus e O veremos assim como Ele é.Conhecê-Lo é vida eterna.

Onipotência nunca muda

Este milagre contém um segredo maravilhoso.Algo similar a isso havia acontecido em menor escala 800 anos antes.Em II Reis 4:42-44 lemos sobre um homem que trouxe a Eliseu vinte pães cevados.O profeta disse: "Dá ao povo para que coma". O servo de Eliseu ficou surpreso. Como poderia ele dar vinte pães cevados para cem pessoas? Mas Eliseu lhe falou: "Comerão e sobejará". Então o homem partiu o pão e o distribuiu – e seguramente, todo mundo foi bem alimentado e ainda sobrou algum.

Esse foi um exemplo em menor escala do que Jesus fez no Mar da Galiléia. Ele duplicou o que o Senhor de Eliseu fez, até mesmo em detalhes. Se olharmos bem as duas histórias, veremos que nas duas ocasiões os pães foram feitos de cevada; eles foram contados e considerados insuficientes; não obstante a instrução foi de dar algo para o povo comer; o pão foi colocado diante da multidão e houve alimento sobrando depois que todos comeram e se satisfizeram. O paralelo entre os dois milagres é claro.

Senhor Deus de Eliseu, o Criador, estava repetindo Seu poderoso trabalho na multiplicação dos pães de um profeta, mas Ele diretamente, através de Jesus Cristo, o filho do Deus vivo.

Próprio Jesus fazendo a mesma coisa em sua própria autoridade, dando a mesma ordem como o Senhor Deus de Eliseu. O primeiro milagre revelou Deus; o segundo revelou o Filho de Deus.

Jesus disse, "Eu sou o bom pastor" (Jo. 10:11). Os Evangelhos nos contam que ele tinha compaixão das multidões que vinham para vê-Lo, vendo-os como ovelhas sem pastor. A vida era terrivelmente dura para aquele povo. Muitos eram miseravelmente pobres. O coração de Jesus se moveu, com pena, quando olhou para os pais usados em trabalho duro, seus rostos magros de preocupação sobre como eles poderiam alimentar suas famílias, e as mães com crianças doentes, chorando agarradas às suas saias, enquanto senhores e governadores viviam confortavelmente e luxuosamente...graças aos trabalhos desses camponeses oprimidos. As massas não tinham nenhum campeão, nenhum líder, e ninguém para cuidar deles. Quando Jesus os alimentou eles tentaram fazê-lo seu rei à força. Isto era incompreensível.

Deus foi chamado o "Pastor de Israel" (Sl. 80:1). Nos dias de Moisés, o Senhor Deus dirigiu Israel para fora do Egito como um rebanho no deserto. Ele os alimentou e deu água por todo o caminho. Suas promessas foram vinho, mel e leite. Mais tarde, ambos Eliseu e Elias viram milagres de provisão mesmo em tempos de fome e seca. Samaria estava morrendo de fome, mas por profética intervenção dentro de vinte e quatro horas havia para sobrar. Deus capacitou o povo a prosperar quando eles confiaram nele e O seguiram.

Lembre dessa saga tremenda, o Êxodo poderoso, o cuidado, a provisão, a direção e proteção, as bênçãos de Deus nas tribos de Jacó até que se tornaram uma poderosa nação. Jesus recapitulou a vasta extensão das responsabilidades de Deus, por mais de mil anos da história, por um estupendo milagre ao alimentar a multidão. O mesmo Deus continuava agindo, cuidando, provendo, continuava ativo pelo seu povo. O milagre que Eliseu realizou falou tudo, mas em um limitado cenário. Agora Jesus fala isto de maneira amplificada cinqüenta vezes, para que o mundo possa se lembrar para sempre. "O Senhor é o meu Pastor, nada me faltará" (Sl. 23:1).

Onipotência trabalha para nós

Os Evangelhos nos contam que Jesus e Seus discípulos eram tão requisitados que eles não tinham tempo nem mesmo para comer. O plano de Jesus era que eles fossem a algum lugar para descansar, mas as ávidas multidões tornaram isto impossível. Jesus não os mandou embora, mas com o passar das horas os discípulos pediram a Jesus para despedir as pessoas, para que eles pudessem procurar algo para comer. E aquela foi a dica para um milagre. Apesar de os discípulos precisarem de comida para eles mesmos, Jesus lhes disse que alimentassem o povo primeiro. Isto é típico de Jesus! A recompensa? Doze cestos cheios de comida que sobrou, um cesto para cada homem. Você nunca tem fome com Jesus.

Aquele grande dia foi somente um dentre os três anos durante os quais Cristo andou na terra com uma completa armadura de cavaleiro de imensurável poder e compaixão. Que anos foram aqueles! Multidões enfermas voltaram para casa chorando de alegria por sua saúde restaurada. Endemoniados, dilacerados e guiados por forças invisíveis, voltaram para casa compostos e sãos. Amados que haviam sido considerados mortos sentavam-se vivos e sentindo-se bem, com suas famílias. Diante dos olhos de multidões antes jamais vistas em Israel, ele executou atos criativos de provisão. Suas palavras confundiram Seus mais brilhantes inimigos e Sua sabedoria se tornou um legado incomparável para todos os tempos.

Ninguém pediu que Ele fizesse nada disto. Ele o fez espontaneamente, por sua própria vontade. Não se confunda – Ele é por nós e não contra nós. Que Deus maravilhoso que se levantou por nós, nosso Advogado e nosso Pastor, lutando a nosso favor e tomando nossa causa! "Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo..." (II Coríntians 5:19). Ele iria a qualquer distância por seus filhos – e ainda irá.

Onipotência e completa humildade

O homem que acabou de ser descrito foi aquele que um dia carregou uma rude cruz de madeira pelas ruas de Jerusalém e aceitou a forma de morte mais horrorosa. Aquele que se revelou como o Criador, se humilhou submetendo-se à morte pela crucificação – destino reservado a criminosos comuns. Enquanto Ele estava pendurado ferido na cruz, o pão que ele havia partido na Galiléia tornou-se um símbolo de Si mesmo. Ele se deu, o Pão do Céu, sem discriminação a Judeus ou Gentios, cidadãos obedientes à lei e criminosos, príncipes e miseráveis. Por que? Que explicação pode haver para tal inesquecível altruísmo?

A cruz pareceu juntar todas as forças negativas que deprimem a raça humana. Mas, isto não foi uma derrota; foi onipotência em ação, onipotência transformando cada negativo em positivo e um ato supremo com resultado supremo. Cristo chorou com os que choram, tornou-se desamparado para com o desamparado, indesejável para o indesejável, imundo pelo imundo; ele encarou a morte pelo moribundo, e o horror pelo horrorizado. Ele sofreu injustiça por todos os que estavam opressos, e Ele entregou Sua reputação para todas as coisas nulas deste mundo. Além de todos os milagres, a morte de Cristo na Cruz do Calvário foi um ato de tamanha grandeza, que o mundo nunca será capaz de compreender.

...Esse poderoso feito torna-se nosso legado, transferido pelo Espírito Santo para a nossa conta. Tudo que Jesus fez é traduzido na nossa experiência. Nós não estávamos com o menino e os discípulos na Galiléia e não poderíamos dar os dez passos para alimentar a multidão faminta. Mas podemos dar um passo até o Calvário e, como aqueles discípulos há muito tempo atrás, fazermos parte da onipotência, vida imortal e o poder do Espírito Santo. A Cruz é o ponto na terra onde Deus se encontra com o homem.

Um dia em um canto de Israel os famintos foram alimentados, e os discípulos de Jesus vislumbraram a suficiência celestial. Mas a Cruz vai de encontro a cada necessidade do homem. Pela fé em Jesus Cristo nós herdamos tudo que seu ato poderoso incluia, cada bênção e beneficio para esta vida e a vindoura, transferida a nós pelo Espírito Santo. Na Palavra de Deus, na Galiléia, e na Cruz, nós vemos quem Jesus realmente é, e somos inspirados pela visão daquilo que podemos ser.

Levantem-se, ó homens e mulheres de Deus, e se lancem em fé!

Por que existe o sofrimento?

Saber sofrer é saber viver. Jesus Cristo nos faz compreender o significado do sofrimento. Ninguém sofreu como Ele e ninguém como Ele soube enfrentar o sofrimento e dar-lhe um sentido transcendente.

Um dia, Karl Wuysman, escritor francês, entre o revólver e o crucifixo, escolheu o crucifixo. O fato de Jesus ter sofrido como ninguém, e ser Deus e Santo, mostra que o sofrimento não é castigo. Uma prova de que Deus não deseja o sofrimento e não o manda como castigo a ninguém um sinal forte de que o Reino de Deus já estava entre nós eram as curas, os milagres, os exorcismos, entre outros, que Jesus fazia, isto é, vitórias sobre o mal e sobre o sofrimento. Alguns perguntam: “Se Deus existe, então, como pode permitir tanta desgraça?”

A resposta católica para o problema do sofrimento foi dada de maneira clara por Santo Agostinho († 430) e por São Tomás de Aquino († 1274): "A existência do mal não se deve à falta de poder ou de bondade em Deus; ao contrário, Ele só permite o mal porque é suficientemente poderoso e bom para tirar do próprio mal o bem" (Suma Teológica l qu, 22, art. 2, ad 2). "Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus" (Rm 8,28).

Deus, sendo perfeitíssimo, não pode ser a causa do mal, logo, é a própria criatura que pode falhar, já que não é perfeita como seu Criador. Mas, o mal pode ser também o uso mau de coisas boas. Uma faca é boa na mão da cozinheira, mas não na mão do assassino... O sofrimento da humanidade, sobretudo, é também fruto do pecado. São Paulo disse que "o salário do pecado é a morte" (Rm 6,23).

Nossos erros geram sofrimentos para nossos descendentes também. Os filhos não herdam os pecados dos pais, mas podem sofrer pelas consequências deles . O Papa João Paulo II, em 11/02/84, na Carta Apostólica sobre o sofrimento declarou que: "O sentido do sofrimento é tão profundo quanto o homem mesmo, precisamente porque manifesta, a seu modo, a profundidade própria do homem e ultrapassa esta. O sofrimento parece pertencer à transcendência do homem" (Dor Salvífica, n. 2).

Para que o homem fosse "grande", digno, nobre, Deus o fez livre, inteligente, com sensibilidade, vontade, memória, entre outros. Deus Pai não poderia impedir o homem de Lhe dizer "não": senão lhe tiraria a liberdade e este seria apenas um robô, uma marionete, um teleguiado. E o Altíssimo não quis isso.

Deus não é paternalista, é Pai: não fica "passando a mão por cima" dos erros dos filhos. Esta é a lei da justiça: quem erra, deve arcar com as consequências de seus erros. "Deus não fez a morte nem tem prazer em destruir os viventes" (Sb 1,13).

escrito por Felipe Aquino

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Padre Gabriele Amoth (Exorcista do Vaticano) explica como orar por libertação

Que estilo de oração praticamos na libertação?

Antes de mais nada, um estilo de oração comunitária; e isto por dois motivos: um teológico e um pastoral. Não preferimos a oração individual, como se costuma fazer no exorcismo. No exorcismo é o exorcista quem atua; na oração de libertação atua a comunidade. Damos grande valor à realidade de Igreja, vivente em cada comunidade de fiéis que se reúnem em redor de Cristo e invocam o Espírito. Na comunidade dos crentes é Cristo quem atua e continua a libertar os irmãos da presença do inimigo.

Por outro lado, consideramos com segurança que a libertação é função do Corpo Místico de Cristo, que deve eliminar do seu seio as infiltrações do Maligno, lá onde elas se manifestarem; porque qualquer manifestação do Maligno pesa sobre o corpo todo e danifica-o. Eis então a idéia de que a Igreja, a comunidade, e em toda a Igreja.

Há também um motivo pastoral, ou, melhor, teológico: a oração comunitária permite a interação dos vários carismas, que, deste modo, melhor iluminam e tornam mais eficaz a oração. Por outro lado, preserva-nos do perigo de sermos confundidos com magos ou curandeiros, que atuam sempre isoladamente. A interação dos carismas é um motivo pastoral: numa comunidade existem diferentes carismas; como a finalidade é livra-se de um mal, um grupo que tem bons carismas obtém mais facilmente a libertação.

Qual é a composição ideal de um grupo?

Tratando-se de um grupo carismático, nós procuramos antes de mais quem tem o carisma da cura.

Nos primeiros séculos da Igreja, antes que se instituísse o sacramental do exorcizado, eram os carismáticos que libertavam; ou seja, eram todos os cristãos que exerciam os seus carismas. Também hoje existem pessoas que possuem este carisma; são pessoas que vivem no anonimato, mas que têm poder sobre o Maligno.

Nós apercebemo-nos deste fato porque na sua presença, mesmo quando rezam em silêncio e retirados do grupo, o paciente começa a abanar-se todo. A sua presença é suficiente. São pessoas que, por terem este carisma da cura, asseguram a autoridade carismática do grupo. É uma experiência claríssima que já fizemos.

Utilizamos também o profeta em abundância. Quem é o profeta, o profeta bíblico? É um dom de Deus também presente nos nossos grupos. O profeta é quem recebe uma iluminação do Espírito Santo e nos dá indicações bíblicas. Com o avançar da oração, é que ele quem dá indicações que acertam em cheio o alvo; por isso, a oração é sempre guiada. Descobrimos, por exemplo, a origem de uma doença porque no decurso da oração o Senhor intervém sugerindo texto bíblicos adequados ao caso em questão.

Por exemplo, o profeta sugere: “Vamos ler Isaías 4,4 seguido de Ezequiel 8,2”. É criado um clima que nos orienta sobre como devemos agir. A presença do profeta é muito importante; por vezes, durante a oração, o Senhor conforta-nos, convida-nos a insistir, indica-nos a origem do mal.

Quando é possível, também está presente o Sacerdote que assegura a autoridade eclesiástica com o seu poder ministerial. E também há quem interceda; há pessoas que têm o carisma da intercessão. Quando um grupo é composto desta maneira, com a presença de vários carismas, é um grupo ideal para fazer o discernimento e para orientar a oração. Esta torna-se muito eficaz e nós apercebemos-nos da alegria, da paz e da serenidade que acompanham a libertação. É claro que, no discernimento, prestamos atenção ao grupo infetado, à identidade dos espíritos do mal que atuam, no nível em que atuam e os objetivos que os movem.

Qual é a força da oração de libertação?

É uma pergunta que já várias vezes me fiz. A oração de libertação muitas vezes chega a substituir o exorcismo. Aliás, em certos caso não convém fazer o exorcismo, que deve reservar-se para as situações mais graves. Nos casos menores, ao contrário, é preferível a oração de libertação. Exercendo este ministério, reparei na força extraordinária da oração de louvor: liberta uma força poderosíssima. E também reparei na força da Palavra de Deus, sobretudo das palavras de Jesus. Nós baseamo-nos muito nestes dois elementos: a oração e a Palavra.

No exorcismo oficial temos três elementos: a oração, a Palavra, a esconjuração. E, muitas vezes, a conjuração, ou seja, a ordem dirigida ao Maligno é resolutiva. Nos casos mais graves não podemos deixar de nos agarrar a ela, porque é a autoridade da Igreja que intervém.

Na oração da libertação, pelo contrário, a força decisiva é o louvor. É suficiente pensar em alguns casos bíblicos. Durante a batalha contra Amalec, Moisés reza sobre o monte: são os seus braços erguidos em oração que obtêm a vitória.

Jericó era uma cidade bem fortificada; e, no entanto, foi suficiente a oração de louvor a Deus, cantada em redor da cidade, para lhe derrubar as muralhas.

O Segundo Livro das Crônicas informa-nos sobre os israelitas que partiram para o deserto do Tecoa; Josafat colocou os cantores do Senhor, vestidos de paramentos sagrados, à frente dos homens, para que louvassem a Deus dizendo: “Louvai o Senhor porque a sua graça dura para sempre”. Assim que começaram os cânticos de júbilo de louvor, o Senhor preparou uma armadilha contra os inimigos de Israel, que foram derrotados.

A oração é forte, sobretudo no Novo Testamento. Cristo obteve a vitória decisiva sobre o Maligno e a oração de louvor, com esta vitória, reordena o universo perturbado pelo pecado. O Maligno tinha tentado apagar o louvor no céu, arrastando os anjos rebeldes para o inferno. Tentou, depois, interromper o louvor de Adão, o homem que devia fazer-se voz do universo e louvar o Criador.

Agora, cada vez que o inimigo ouve a oração de louvor, escuta a vitória de Cristo vitorioso sobre a morte, sobre o pecado e sobre os demônios. E Satanás sente uma inveja fortíssima, porque agora é o homem quem louva a Deus; no lugar que ele ocupava, agora, está o homem que se une aos Anjos e louva o Senhor. O Maligno sente-se frustrado na sua pessoa e nas suas obras; por isso reage com tanta veemência à oração de louvor.

A oração de intercessão também é muito potente. Constatamos isso no livro dos Atos, quando os Apóstolos estão na prisão e a Igreja reza por eles e se dá a libertação. Do mesmo modo, pouco depois, quando Pedro está preso, a Igreja reza; e Deus envia o anjo para libertar o Seu Apóstolo. Também nas nossas orações, constatamos que o Maligno fica furioso, sobretudo, durante a oração de libertação e, freqüentemente, é durante esta oração que foge.

Sublinho, igualmente, a força de Palavra. Nós não esconjuramos, a não ser que esteja sempre um Sacerdote autorizado; mas atribuímos muita força à Palavra de Deus; experimentamos esta força e usamo-la largamente. Têm especial eficácia as palavras de Jesus e as outras citações bíblicas que nos são sugeridas. A palavra de Jesus derrota o inimigo. Quando fazemos a oração de libertação, pronunciamos lentamente as palavras de Jesus, escolhendo um dos vários episódios em que ele expulsa o demônio.

Trata-se de apresentar de novo a Jesus, de o fazer reviver naquela cena, de introduzir Jesus, o libertador. As palavras de Jesus pronunciadas nesse momento, com a força de Espírito, derrotam o inimigo, que grita e vai-se embora; e vai-se embora também quando é desmascarado por uma indicação bíblica.

Tal como o cântico de louvor, também a Palavra de Deus consola os aflitos, cura os corações dilacerados, cuida das feridas, infunde esperança, faz com que o paciente experimente pessoalmente a presença do seu libertador.

Já falamos da oração de louvor, da palavra de Jesus. Gostaria de acrescentar mais alguma coisa sobre o modo como estruturamos a oração. Existe uma libertação de (ou seja, uma libertação da presença do Maligno; por isso olha-se para ele) e uma libertação para (vantagem de; e, por isso, olha-se para a pessoa). Mais importante do que libertar de, é libertar para. Privilegiamos a libertação para enquanto trabalhamos pela libertação de. Ou seja, interessa-nos mais o irmão perturbado que o inimigo; a atenção vai toda para o irmão. E é por isso que solicitamos a sua colaboração de todas as maneiras. Em vez de expulsar o inimigo, procuramos resgatar-lhe o paciente.

A libertação pode ocorrer de duas maneiras. Imaginemos uma sala sem que esteja presente o Maligno e o paciente. Um método é o de apanhar o Maligno e expulsá-lo dali; se se consegue, o método é bom. Mas também já vimos que é mais fácil um outro método: aquele de agarrar o paciente e levá-lo para outro lugar, fora da sala, onde esteja em segurança. É o método que preferimos, interessa-nos mais o paciente do que o inimigo.

Interessarmo-nos pelo paciente significa estimulá-lo a rezar, solicitar a graça de Deus sobre ele e fortalecê-lo com os sacramentos, ajudá-lo a tomar consciência da sua situação para que saia dela. Vimos que, desta maneira, a libertação é mais fácil, pois transforma-se o homem infestado pelo Maligno num homem capaz de viver com o filho de Deus.

Com efeito, qual é a finalidade do Maligno?

É destruir o homem-cristão, o homem na sua identidade de filho de Deus. Nós, então, temos de o tornar capaz de viver a sua vida filial no Espírito Santo. Por isso, logo de imediato, invocamos sobre ele o Espírito Santo, para que preencha os espaços vazios, para que o corrobore de maneira a que, com a força do Espírito, possa arrepender-se e viver plenamente a proposta de vida cristã na fé, na esperança, na caridade.

Também tem muito peso a fé o amor daqueles que intervêm. Nós pedimos sempre ao Senhor uma grande fé; o nosso ministério exige muita fé; o Evangelho é claro. A nossa força é a fé de quem reza e a caridade para com Deus e para com o próximo.

A fé e a caridade ajudam-me reciprocamente muito bem. São Gregório Magno, falando acerca da pregação, afirmava que ninguém pode exercer este ministério se não tiver caridade para com o próximo. Nós dizemos o mesmo a respeito do ministério da libertação. O espírito maléfico não resiste ao amor; ele, que é fogo, tem medo do fogo do amor. Por isso, nós procuramos amar o doente, amar quem está infestado, para além de nos amarmos uns aos outros no grupo. Se não existe amor não se avança, porque o amor derrota o inimigo.

fonte: Padre Gabriele Amorth: Livro Exorcistas e Psiquiatras

sábado, 2 de abril de 2011

IMPERDÍVEL!!! KAIRÓS DE CURA NO TERRENO

A paz, amados e amadas em Cristo Jesus!

Quero convidá-lo para um evento maravilhoso nesse próximo Domingo (03 de Abril 2011). Será o nosso KAIRÓS DE CURA E LIBERTAÇÃO.

Veja os detalhes:

Tema: "DEUS VAI FAZER ACONTECER"
Local: Batinga de Baixo, cidade de Belo Jardim-PE (depois do companhia do lazer, primeira entrada a direita, seguindo as placas indicativas)
Horário: das 08:00h às 16:00h

Programação: Pregações, Louvor, Adoração, Oração de Cura e muito mais...

Transporte saindo as 07:30 da praça da criança (Cohab 1), passando pela igreja no Santo Antonio e no Colégio Marcos Freire. Retorno as 16:00h. 3 reais a passagem. Venderemos almoço e lanches

Venha passar esse dia especial na presença do Senhor e deixe Ele fazer acontecer um Milagre em sua vida!

Mais informações: e-mail: andrefariassilva@hotmail.com

Deus te abençoe!

terça-feira, 22 de março de 2011

Kairós de Cura "DEUS VAI FAZER ACONTECER" - 03 DE ABRIL

A PAZ, AMADOS EM CRISTO!

NO DIA 03 DE ABRIL TEREMOS MAIS UM GRANDE KAIRÓS DE CURA E LIBERTAÇÃO, LÁ NO TERRENO - BATINGA DE BAIXO

-TEMA: "DEUS VAI FAZER ACONTECER"

-HORA: DAS 08:00 AS 16:00

-OBS: TRANSPORTE SAINDO 07:30 DA PRAÇA DA CRIANÇA (COHAB 1), PASSANDO PELA IGREJA E NO COLÉGIO MARCOS FREIRE NO SANTO ANTONIO. SOMENTE 3 REAIS

-AJUDE-NOS A DIVULGAR ESSE EVENTO!!!

PREGAÇÃO "AS QUATRO ORIGENS DA ENFERMIDADE"


ASSISTA ESSA PREGAÇÃO E SAIBA DE ONDE VEM AS DOENÇAS E COMO SE PREVINIR DELAS.

Pregação: André Farias

segunda-feira, 21 de março de 2011

FOTOS DA MISSÃO EM BREJO DA MADRE DE DEUS - RETIRO DE CARNAVAL








A cura das carências afetivas

A carência afetiva é para o psíquico-emocional, o que o raquitismo é para o físico, para o corpo.

Quando alguém, no tempo de infância, adolescência, juventude, por vários anos, alimentou-se mal, passou muita fome, o seu físico não se desenvolveu plenamente. Ficou raquítico. Assim também quando uma pessoa, na sua infância, adolescência, juventude, não recebe, ou recebe bem pouco o alimento do amor afetivo, torna-se subdesenvolvido no afeto. Torna-se carente afetivo. O seu coração afetivo-emocional não cresce, não se desenvolve, não se torna adulto ou maduro no amor.

O que caracteriza o imaturo e o carente é a necessidade de receber amor. Eles buscam, procuram, pedem, mendigam, reclamam, querem comprar, exigem amor, amor e mais amor. São sedentos constantes de amor. Famintos de amor. Por vezes, a fome e a sede de amor crescem na medida em que passam os anos e não o recebem suficientemente.

O que caracteriza o “maduro afetivo” é a vontade alegre, a naturalidade e até a necessidade de dar, de oferecer, de transbordar amor, de forma gratuita, feliz.

Todo ser humano passa – deveria passar – pelas duas fases da formação do coração afetivo. Passar pela fase receptiva, e desta para a fase oblativa. Receptiva é a fase etária de receber amor efetivo e afetivo. Oblativa é a fase de oferecer, dar amor efetivo e afetivo.

Uma digressão: entende-se por amor efetivo aquele demonstrado em gestos concretos. O pai dá amor efetivo, por exemplo, pelo trabalho para manter o filho; cuidando de sua saúde; pagando dentista; educando-o na fé, no amor ao trabalho; proporcionando possibilidade de estudos etc.

A passagem da fase receptiva para a oblativa não acontece em um mês, em um ano. Nem sequer naqueles que vivem e recebem amor afetivo-efetivo em ambiente favorável. A passagem é um processo de vida, de vários anos. Ou até, talvez, de toda uma vida. É recebendo, vivenciando, experimentando amor, cada dia, todos os dias, anos seguidos, que alguém chega a passar a linha divisória da fase receptiva para a oblativa.

A passagem da receptiva para a oblativa não se dá num salto, como um pulo de um lado para o outro, na passagem por um riacho. Essa passagem é como a travessia de um lago, a nado. Alguém inicia a travessia, vai nadando, nadando, chega a 1/10 do percurso, depois a 1/3, depois à metade do lago, passa pela linha divisória da metade, prossegue nadando até chegar à outra margem. É assim que acontece na maturação afetiva, na passagem da fase receptiva para a oblativa. Acontece aos poucos.

A criança, nos primeiros anos, só recebe amor. Deve receber amor. Ela não dá... não tem para dar. Passados uns aninhos, se estiver recebendo afeto-amor, ela começará a dar, a oferecer amor em pequenas doses, em atitudes de amor.

Na meninice precisa continuar a receber muito, muito amor. Ela cresce no amor e passa a dar, a oferecer pouco mais. Na adolescência precisa continuar recebendo amor, mais amor. Mas agora já tem mais amor para oferecer, para doar. Ela ensaia a fase oblativa, em vários momentos e oportunidades.

Na entrada da juventude, continua recebendo, precisa receber amor... mas está em melhores condições de dar, de oferecer tanto quanto recebe. Adiantando-se na idade jovem, passa – deveria passar – da linha divisória do receber (receptiva) para o dar (oblativa). Esta passagem não indica que não precise mais receber amor. Precisa, sim. Mas passada a linha divisória, tem mais necessidade de dar do que receber amor. A caminhada de crescimento prossegue até não sentir necessidade de receber amor, e passar a sentir necessidade de dar.

Peçamos a Jesus que cure as carências afetivas em nosso coração, preenchendo-o com o seu amor:

Jesus amado e querido, vem nesse momento em meu auxílio. Cura, Senhor, todas as minhas carências afetivas. Preenche-me com o teu amor. Jesus, eu te louvo e agradeço por cura-me. Amém!

Oração de Cura Sexual

Pai amado e querido, me coloco agora em tua presença santa e bendita. Tu és o meu Deus e o meu Senhor. Venho te apresentar, Senhor, o meu coração e toda a minha vida.

Espírito Santo, tu que habitas em meu corpo, quero te apresentar toda a minha área sexual e afetiva. Toca, Senhor, cada uma dessas áreas, pois se encontram feridas e desequilibradas. Espírito Santo, ajudai-me a vencer todas as tentações imorais e impuras. Colocai em minha vida amizades verdadeiras e desinteressadas. Curai, Jesus, minha sexualidade ferida e abalada pelas músicas e imagens impuras em minha mente. Eu quero viver, Senhor, plenamente a minha afetividade e sexualidade na submissão a tua vontade. Eu me comprometo contigo, Jesus, a viver o caminho da pureza sexual e afetiva. Para isso, vem em meu auxílio, dá-me a tua graça, dá-me o teu Espírito. Fortalece-me, Senhor.

Para viver uma sexualidade equilibrada e santa, eu quero renunciar agora, Senhor, a toda pornografia. Eu renuncio, Senhor, de todo o meu coração, a toda revista, filmes, DVDs, CDs, programas de TV, imagens mentais associadas a erotismo e pornografia. Eu te peço perdão, Jesus, pelas vezes que permiti que essas coisas me influenciassem. Renuncio, Senhor, com todas as minhas forças a cobiça, os desejos impuros, a malícia e segundas intenções. Senhor Jesus, eu te peço: cura a minha sexualidade.

Meu querido Jesus, eu quero renunciar da minha vida e do meu coração, toda prática de masturbação e excitação genital. Renuncio, Senhor, a todas essas práticas isoladas e egoístas. Peço perdão, Jesus, se usei desses atos hipócritas. Misericórdia, Senhor. Ajuda-me a não mais cair nas ciladas do demônio. Cura-me das feridas afetivas que me fazem cair nessas tentações.

Meu amado Jesus, eu creio e confio em tua bondade e compaixão para comigo. Sei que podes e que queres me ajudar nesse processo de cura sexual. Peço-te perdão, Senhor, por todas as vezes que tive relação sexual antes ou fora do casamento. Peço-te perdão, Jesus, pelas vezes que frequentei ambientes onde se promove e se exalta o pecado: bares, motéis, festas profanas, bordeis, casas de prostituição. Misericórdia, Senhor. Me perdoe, Jesus, pelas vezes que usei as pessoas como instrumento de prazer. Perdão pelas vezes que avancei o sinal no namoro, no noivado. Perdão, Senhor, por ter tocado ou pegado em partes do corpo de pessoas que só é permitido e santificado no matrimônio. Meu querido Senhor, eu peço perdão e me arrependo pelas vezes que fiquei com alguém em vez de namorar. Misericórdia, Senhor, pelas vezes que fiquei com alguém nos escuros, nas paredes, fora de hora, usando essa pessoa para me satisfazer sexualmente.

Meu querido Espírito Santo, confesso a minha fragilidade e minha miséria, mas desejo de todo coração que me ajude a ser casto e santo em minha sexualidade e afetividade. Senhor, eu te entrego agora todos os pensamentos e imagens mentais contaminadas pelos desejos impuros e libidinosos em meu coração (devasso). Te apresento, Senhor, todo o meu corpo, toda a minha mente e toda a minha alma; consagro a ti todo o meu ser. Me coloco sob a tua proteção e cuidado. Cura, Senhor, todos os traumas sexuais enraizados em minha memória que me perturbam. Toca todo o meu coração emocional trazendo o equilíbrio afetivo de que tanto preciso.

Senhor Jesus, eu quero te consagrar agora os meus órgãos genitais. Conserva-os na santidade e na pureza. Consagro-os para o matrimônio. Renuncio, Senhor, o espírito e a mentalidade doentia desse mundo que ensina a imoralidade e a promiscuidade sexual.

Meu querido Jesus, em teu Nome e pelo Poder do teu Sangue, eu renuncio agora a todo espírito infernal de prostituição, de adultério, de fornicação e de luxúria, que possam estar agindo em minha vida. Renuncio, Senhor, a todo espírito de cobiça, de masturbação, de homossexualismo e traição, infiltrados em meu coração. Ordeno que saiam agora pelo Poder do Espírito Santo. Renuncio também a todo espírito do mal que possa estar agindo em mim pela orgia, maus pensamentos, conselhos indecentes e desejos impuros. Ordeno, no Nome de Jesus e pela Intercessão da Virgem Maria, que batam em retirada e não voltem mais a me perturbar. Eu sou de Jesus. Deus é o meu Pai. Nossa Senhora é a minha Mãe. A minha sexualidade está consagrada e santificada pelo Sangue do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Obrigado, Senhor, pela tua graça em minha vida. Obrigado pelo teu Sangue que lava e purifica a minha sexualidade e afetividade. Preenche a minha mente e o meu coração com imagens e pensamentos puros e santos. Dá-me uma sexualidade sadia e equilibrada. Desejo conviver em santidade junto aos meus irmãos. Preenche o meu interior com os frutos do teu Espírito Santo, e que eu viva para o teu louvor. Amém. Aleluia.

Autor: André Farias

Oração de Amorização

Senhor Jesus, me coloco agora aos teus pés. Venho te pedir: enche-me do Teu Amor. Fazei-me sentir a tua Graça em minha vida. Quero desfrutar das Vossas delícias. Quero experimentar a Tua doçura. Age em mim Senhor. Sei que me amas com amor eterno. Intenso e profundo é o Teu Amor por mim. Eu creio e tomo posse do Teu amor. Sei que nunca estive só e nunca estarei, pois estais e sempre estarás comigo. Sois o meu Deus. Um Deus zeloso e amoroso. Um Deus compreensível e atento. Um Deus presente e preocupado comigo. Obrigado, meu Bom Deus. Obrigado, meu amado Jesus. Vós sois o meu refúgio e meu abrigo, meu amparo e meu apoio. Sois a fonte de todo Bem. Sois o manancial de toda felicidade. Eu me deleito em Vosso coração. Quero desfrutar, sempre Senhor, de Vossa amizade e carinho. Guarda-me em Vossas entranhas.

Senhor meu Deus, eu sou obra-prima de Vossas mãos. Por amor, no amor e com amor é que fui criado. Eu sou querido por Ti. Eu sou amado por ti. Ainda que as pessoas me desprezem, me humilhem, me escanteiem, Tu estais ao meu lado. Me amparas e me sustentas. Senhor meu Deus, foi Vós que me gestastes no ventre de minha mãe. Eu sou um milagre de Vossas mãos. Retomo agora a minha auto-estima. Tomo consciência do meu valor. Eu sou único no palco da existência. Ensina-me, Senhor, a valorizar minha vida. Eu sou filho (a) Teu. Toca e cura todo sentimento de auto-rejeição, de auto-desprezo e de auto-condenação. Apesar de minhas falhas e erros, Senhor, eu sou filho (a) amado (a) e querido (a) Teu. Senhor Jesus, eu preciso de cura na minha auto-estima. Quantas vezes me desprezei, me condenei e duvidei do Teu amor por mim. Dá-me, Senhor, a graça do amor próprio. Quero reconciliar-me com mim mesmo. Faço as pazes comigo. Eu perdôo Senhor, todo meu fracasso pessoal, profissional, social e espiritual. Eu sei que é na minha fraqueza que revelas toda a Tua força. Em ti, Jesus, eu sou mais que vencedor. Em ti, Senhor, eu sou vitorioso. Liberta-me, Jesus, de todo pensamento e sentimento de inferioridade. Cura, Senhor, meus traumas de infância: rejeições por parte de familiares e amigos. Apelidados com nomes pejorativos que destacavam alguma deficiência minha. Discriminações por minha cor, religião, condição financeira, nacionalidade e modo de pensar. Não quero mais me entregar ao pecado. Não quero mais me entregar aos vícios. Não quero mais me entregar às drogas. Eu sou precioso demais. Eu fui comprado por um alto preço: o Teu Sangue, Jesus!

Senhor, eu sei que trocas reinos por mim, pois sou preciso aos Teus olhos. Eu fui criado num ato de amor. Eu fui gestado pelo Teu amor. Eu sou fruto, Senhor, do Teu coração. Declaro agora, o meu amor e a minha paixão por mim mesmo.

Eu amo profundamente a Ti, ó Pai. Por ter me criado, por ter me formado, por ter me gestado, por ter me feito imagem e semelhança Tua. Eu te amo, ó Pai, por todas as obras da criação: pelo Sol, que aquece e ilumina, pela Lua, e suas formas radiantes, pelas estrelas, reflexos do Teu esplendor, pela Terra e suas maravilhas.

Eu te amo, Jesus, por Vossa encarnação, por Vossa vinda até nós. Eu te amo, Jesus, por Vossa paixão, morte e Ressurreição.

Eu te amo, Espírito Santo, por Vossos Dons e Carismas. Por ser templo Teu. Por ser morada tua.

Eu te amo, Mãezinha do Céu, por vossa intercessão e auxílio.

Declaro o meu amor, Senhor, ao meu pai e a minha mãe por terem me dado a vida. Por terem me trazido ao mundo. Decido amar, Senhor, todos os meus parentes: os que me amam e os que não me amam. Peço agora, Senhor, que o meu amor chegue a todos que me circundam e me rodeiam. Quero ser um canal e um instrumento do Teu amor. Que todos os que me odeiam, que me têm por inimigo, que guardam rancores e ressentimentos de mim, sejam nesse momento visitados pela Tua Graça. Peço, Senhor, abençoa-os. Seja eu agora, Jesus, mergulhado no Vosso infinito amor.

Amado Senhor, é com o coração totalmente aberto que me coloco em tua santa presença. Peço-vos que nesse dia eu possa experimentar o teu amor irrigando todo o meu ser. Convence, Jesus, a minha alma abatida e deprimida do quanto a amas. Curai todas as feridas de desamores encravadas em meu coração. Senhor, como já sofri. Como já fui humilhado. Quantas decepções.

Meu doce Jesus, como é bom estar junto de ti. Como é bom ouvir a tua voz a me falar palavras de amor. Glórias sejam dadas a ti, Senhor, por tanto amor mim.

Senhor, passa o teu amor curador em todo o meu ser. Passa o teu amor curador em todo negativismo e pessimismo que trago dentro de mim. Cura Jesus todos os meus complexos:

Complexo de inferioridade... Curai, Senhor!(Rezar a cada invocação) Complexo de achar que sou feio... Complexo de achar que sou excluído... Complexo de achar que sou inútil... Complexo de achar que ninguém gosta de mim... Complexo de achar que as pessoas ao meu redor estão falando a meu respeito... Complexo de achar que nunca serei feliz... Complexo de achar que vim a esse mundo para sofrer... Complexo de achar que o mundo não presta... Complexo de achar que as pessoas são sempre más... Complexo de achar que Deus não me ama... Complexo de achar que Deus não quer me curar... Complexo de achar que Deus é vingativo... Complexo de achar que sou gordo demais... Complexo de achar que sou magro demais... Complexo de achar que ninguém me quer... Complexo de achar que vou morrer logo... Complexo de achar que estou com todo tipo de doenças... Complexo de achar que não sou importante... Complexo de achar que nunca vou vencer... Complexo de achar que sofrerei um acidente a qualquer momento... Complexo de achar que irei para o inferno...

Senhor, eu te louvo por tudo:

Pela minha vida... Te louvo, Senhor!(Rezar a cada invocação)

Pela minha gestação...

Por cada dia no ventre de minha mãe...

Pelos meus pais... Pela minha família... Pela minha fisionomia...

Pela minha estatura...

Pela minha cor...

Pelos meus defeitos...

Pelas minhas qualidades...

Pela obra da criação...

Pelo ar que respiro...

Por cada dia de minha vida...

Por cada dificuldade...

Por cada vitória...

Bendito sejas, Senhor, por ser obra prima de tuas mãos!

Autor: André Farias



quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Kairós de Cura e Libertação em Paulo Afonso/BA

A paz, amados!

Estaremos nos dias 22 e 23 de Janeiro, 2011, pregando num GRANDE KAIRÓS DE CURA E LIBERTAÇÃO, em Paulo Afonso/BA

Serão dois dias de muitas bençãos e Milagres de Deus

Ore por nós!!!

André farias

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

QUEM REALMENTE NECESSITA DE CURA? - Philippe Madre

Como o senhor vê o ministério de cura?

Philippe Madre: Pessoalmente, eu viajo muito pelo mundo num ministério de ensino e pregação da misericórdia de Deus e é verdade que o Senhor dá muitos frutos a este ensino, a esta pregação, por sinais de cura, muitas vezes surpreendentes, cura do coração, da alma, curas físicas, curas milagrosas porque o Espírito Santo age também hoje, tão fortemente quanto há dois mil anos.

A cura do corpo e da alma é algo de muito importante para o mundo de hoje e já era importante para Jesus. Há dois mil anos, anuncia-se a boa nova operando sinais e prodígios. Nós vivemos numa época muito atormentada. O homem está bem doente, seja em seu psiquismo, seja em seu coração, seja em sua própria vida - ele não encontra mais sentido para a vida.

Alguns, por causa dessa doença em sua vida e existência, procuram muitas formas de cura, de sentido para a vida que são mais ídolos que propriamente a Verdade. É por isso que para a Igreja Católica hoje a Evangelização é tão importante. E ela se acompanha sempre de curas físicas, psicológicas ou espirituais, porque estas curas primeiramente confirmam a verdade daquilo que é anunciado, a verdade de Jesus que morreu, ressuscitou e está vivo hoje, para cada um de nós.

O que a cura produz?

Philippe Madre: A cura transforma o coração. Pode-se dizer que as curas não servem apenas para funcionar como sinal, como agentes do espetáculo cristão, mas elas têm em si mesmas um poder de transformação do coração do homem, da vida do homem e elas lhe ensinam que ele é chamado à felicidade, não à tristeza, à angústia, à infelicidade. Eis por que não se pode hesitar em invocar o Espírito de Cristo ressuscitado, porque, a cada vez que se ensina a verdade cristã, Ele lá está e se produzem normalmente sinais de cura, de libertação dos corações.

Quem, realmente, necessita de cura?

Philippe Madre: A cura que Jesus traz a alguém nos lembra que todos temos necessidade de cura. Não necessariamente cura do corpo ou da alma, porque pode ser que tenhamos saúde, mas há uma cura de que todos temos necessidade, que é aquela de poder encontrar Jesus vivo! Atualmente, há muitos doentes neste mundo. Eles estão doentes porque não conhecem Jesus ou porque alguém lhes propõe falsas imagens de Jesus. Elas são como ídolos a quem se dá o nome de Jesus, mas que não são Jesus. Então, essa cura que todos precisam pedir é a de poder encontrar o verdadeiro Jesus, aquele que nos mostra que temos um Pai que nos ama e que nos dá a cada instante a vida em nossa existência.

Nosso coração é ferido. Nosso coração não conhece suficientemente a Deus. É verdade que temos o desejo de crer. Mas o desejo de crer em Jesus nem sempre é bastante. É preciso desejar crer em Jesus, mas é preciso aprender a conhecê-lo. E Jesus é a ressurreição e a vida, como diz o apóstolo João. Não sabemos sempre escolher a vida. Muitas vezes, escolhemos a morte sem saber. Mesmo se continuamos a viver normalmente nossa vida de cristão, às vezes, escolhemos a morte. Isso acontece sempre que nós escolhemos não abrir as portas do nosso coração a Jesus.

E por que nós escolhemos fechar as portas do coração a Jesus? Porque há uma grande ferida em nosso coração. Esta ferida é a ferida do medo de Deus. Freqüentemente temos medo de Deus no mais profundo do nosso coração. E Deus entende isso. É por isso que Ele nos presenteia sua misericórdia. A misericórdia de Deus é o coração de Deus que toma nossas misérias para colocá-las dentro dele, dentro de seu coração.

E é esta misericórdia que nos cura de nosso medo de Deus. Muitas vezes temos medo de Deus porque em nossa consciência, memória, temos eventos de nossa vida que nos fizeram mal, temos remorso, vivemos coisas que não queremos trazer para a luz, vivemos coisas que não nos deixam em paz. Temos em nosso coração revolta, amarguras e tudo isso faz com que, profundamente, tenhamos medo de Deus. Mas Deus, que é nosso Pai, é um Deus de misericórdia e Ele supera todas as misérias que estão sobre nós para vir habitar em nós, por nos amar. Você abre sua ferida profunda à presença de Deus, ao amor de Deus? A este amor que é misericórdia? Se você abre esta ferida, se você a dá para Deus, você saboreará esta misericórdia, e você escolherá a vida, viverá mais e mais no amor de teu Deus e você será feliz e perdoado.

Saiba Como purificar uma casa de espíritos territoriais

EM PRIMEIRO LUGAR:

Precisamos entender que espíritos territoriais argumentam e resistem para ocupar determinados espaços geográficos, tendo como responsabilidade amaldiçoar tais localidades. Muitas residências tem sido atormentadas por demônios, mesmo sendo seus moradores pessoas sem aparente envolvimento com os mesmos. Isso acontece porque tais espíritos foram invocados por antigos moradores, por freqüentadores do local ou por amigos e famíliares, e hoje exigem o direito de permanecerem no local.

ALGUMAS CONSEQÜÊNCIAS DA PRESENÇA DE TAIS ESPÍRITOS:

- Enfermidades

- Vícios

- Problemas sentimentais

- Problemas emocionais

- Problemas familiares

- Amarração financeira

Entenda uma coisa. O diabo veio para matar, roubar e destruir. Onde tiver um demônio, existirá destruição.

ALGUNS MOTIVOS QUE ATRAEM A PRESENÇA DE UM ESPÍRITO TERRITORIAL:

- Desamor

- Feitiçaria

- Brigas familiares

- Inveja

- Simpatias

- Pecados

- Invocações e rituais

- Objetos amaldiçoados

- Objetos enterrados

- Borra de vela de macumba nos jardins

- Plantas “trabalhadas”

As praticas ocultas deixa na casa onde foram feitas ou causa profundos danos sejam elas materiais ou espirituais. Quando tais praticas acontecem abrimos brechas para que os espíritos imundos domine e tenha poder.

VEJAMOS NA BÍBLIA LUGARES HABITADOS POR DEMÔNIOS:

“...conheço o lugar em que habitas,onde está o trono de satanás, e que conservas o meu nome não negaste a minha fé, ainda nos dias de antipas, minha testemunha, meu fiel, o qual foi morto entre vós, onde satanás habita.” (apocalipse 2:13)

“O dono da casa fará saber ao sacerdote [profeta de DEUS], dizendo: Parece-me que há como que praga em minha casa. O sacerdote ordenará que esvaziem casa, antes que venha para examinar a praga, para que não seja contaminado tudo o que está na casa; depois, virá o sacerdote, para examinar a casa.” (levítico 14:35,36)

Muitas vezes, os espíritos demoníacos se apoderam de uma determinada casa, por causa de práticas ocultas feito para um antigo morador. O morador mudou-se, mas os efeitos do ocultismo permaneceram no lugar.

É necessário, portanto clamar o Sangue de Jesus para lavar toda realidade negativa e opressiva, clamar pela misericórdia do Senhor, pelos pecados de ocultismo, por tudo que ofendeu a Deus ou até mesmo aos nossos irmãos, pois muitas praticas ocultas são para destruir outra pessoa.

Recorrer a Mãe Santíssima sempre é o melhor recurso, ela como mãe, sabe quais são as nossas necessidades, aquilo que mais estamos precisando, ela é nossa fiel intercessora, por isso a devoção ao terço é muito valida para dissipar e afugentar a presença maligna.

A vivencia dos sacramentos da igreja é fundamental, quando comungamos Jesus Eucarística, sua presença em nós não se limita a igreja, mas ele nos acompanha em todos os lugares, passamos a ser sacrários vivos do Senhor, a Confissão, também é cura e principalmente libertação, nela rompemos com o pecado e a nossa presença torna-se terror para os Espíritos imundos. Outra arma poderosa é orar pelos que fizeram os trabalhos ou invocações para que elas sejam abençoados por Deus, que o Senhor os liberte e nunca desejar que o mal retorne, mas sim que o mal se anule e que o bem o atinja.

Portanto se desejamos ter nossa casa livre das presenças malignas, devemos nos preocupar não somente com o espaço físico, mas com nós em primeiro lugar e então o ambiente onde estivermos será atingido. Deve-se, claro, orar pelo ambiente, porém de nada adiantará pedir a expulsão dos espíritos se nós o trazemos de volta por nossas pecados e infidelidades.

Pe. Ruffus - Quem é Jesus para você?

Jesus estava orando, a sós, e os discípulos estavam com ele. Então, perguntou-lhes:

“Quem dizem as multidões que eu sou?” Eles responderam: “Uns dizem que és

João Batista; outros, que és Elias; outros ainda acham que algum dos antigos profetas

ressuscitou”. Mas Jesus perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro

respondeu: “O Cristo de Deus”. Mas ele advertiu-os para que não contassem isso

a ninguém. E explicou: “É necessário o Filho do Homem sofrer muito e ser rejeitado

pelos anciãos, sumos sacerdotes e escribas, ser morto e, no terceiro dia

ressuscitar” (Lc 9,18-22). Essa é uma das passagens-chave da Bíblia, que me faz

lembrar a primeira vez que peregrinei para a Terra Santa. O guia conduziu-nos para o norte, além da Galileia. Perguntei para ele: “Mas aqui já termina a Terra Santa, para onde está nos conduzindo?” E ele disse-nos: “Esperem um momento”. Finalmente, levou-nos a um lugar hoje chamado Balias, mas que, naquele tempo, chamava-se Panion, lugar dedicado ao antigo deus grego Pan e que,

na época da Bíblia, era chamado de Cesareia de Filipe – cidade dedicada ao imperador de Roma e construída pelo tetrarca da Galileia, chamado Filipe.

Naquele local, o guia leu para nós essa passagem do Evangelho. Jesus levou os seus apóstolos para aquele lugar, que era muito popular e ficava na montanha, e eles

viam milhares de pessoas adorando aquele deus chamado Pan. Ali estava Jesus com os Doze, quase todos pescadores vindos das aldeias da Galileia, e lhes faz uma pergunta:

“O que as pessoas dizem de mim, quem eles dizem que eu sou?” E os apóstolos disseram: “Jesus, as pessoas têm um apreço muito grande por você. Chamam-no de

grande profeta, alguns até dizem que você é o profeta Elias, outros chegam a dizer que você é João Batista que voltou à vida”. Então, Jesus voltou-se a seus apóstolos e

perguntou: “Quem sou eu para vocês? Vocês têm me ouvido pregar por três anos, têm me visto curar e expulsar demônios, conhecem-me melhor do que qualquer uma

dessas pessoas. Quem vocês dizem que eu sou? Quem sou eu para vocês?” E então, cheio do Espírito, Pedro respondeu:

“Senhor, para nós, você não é outro profeta, nem

alguém desse mundo, mas alguém do Alto. Você não é

outro trabalhador, você é o Salvador, o poderoso Salvador

que veio do Céu – o Filho de Deus”.

Também hoje Jesus nos faz a mesma pergunta: “Quem

sou eu para você? Talvez eu seja só mais uma pessoa a

quem você homenageia, a quem você presta atenção ou,

talvez, eu seja somente mais um dos grandes do mundo

de hoje”. É importante respondermos pessoalmente a

esta pergunta: “Quem é Jesus para mim?”

O primeiro Jesus que conheci foi quando eu era criança.

Para mim, nesta fase, Ele era apenas um retrato, uma

estatueta, talvez o bebê menino na manjedoura, no tempo

de Natal. Agora sei que aquele não é Jesus. Ele não é

uma estatueta ou um retrato que guardamos.



Certa vez, fui à casa de uma família bem espiritual, carismática,

em Bombaim (Índia), e comecei a conversar com

a filha pequena do casal. Apontei para o quadro de Jesus na

parede e disse: “Você sabe que aquele é Jesus?” Ela olhou

para mim com os olhos arregalados e disse: “Aquele não

é Jesus, é um quadro. Jesus é o que está no meu coração”.

Quando tinha a idade dela, pensava que aquele quadro era

Jesus. É bom termos retratos e imagens nas nossas casas para

lembrarmos de Jesus, mas precisamos saber que eles estão lá

apenas para nos fazer lembrar dele; aquilo não é Jesus.

Na época do colegial, li uma linda história da Bíblia.

Na página da esquerda, havia um lindo desenho de um

milagre de Jesus; na página da direita, uma descrição da

história daquele milagre. A partir desse fato, para mim,

Jesus tornou-se um grande curador, aquele que faz grandes

coisas. Mas agora eu sei que esse também não é Jesus.

Ele não é simplesmente um curador, alguém que faz coisas

maravilhosas hoje. Mesmo no seu tempo, quando as

pessoas o seguiam somente pelas curas e milagres, Jesus

fugia delas, escondia-se. Infelizmente, as pessoas ainda

seguem para determinados lugares em virtude somente

das curas. Jesus é muito mais do que simplesmente um

curador, um milagreiro.

Anos mais tarde, ao chegar ao seminário, li um livro

escrito por um ateu, que questionava a existência histórica

de Jesus. Meu sangue de jovem seminarista fervia e, então,

comecei a estudar outras obras para provar a real existência

de Jesus. Agora, sei que ali também não é Jesus. Ele

não é simplesmente uma pessoa que realmente existiu há

muito tempo, mas sim alguém que é muito mais do que o

Jesus histórico.

Logo depois, cheguei à fase da teologia: pude ler a Bíblia

e todas as Escrituras e fiquei fascinado com os lindos

ensinamentos de Jesus. Para mim, Ele transformou-se em

um grande professor, no maior professor do mundo. Contudo,

pude perceber que aquele também não era Jesus.

Ele não é simplesmente um grande professor, como foi,

por exemplo, Mahatma Gandhi, um grande homem do

meu país, a Índia. Jesus é muito mais do que o maior professor

do mundo.

Em outra ocasião, vivi uma experiência a partir da

qual pude perceber que Jesus não era mais uma pessoa

histórica, um professor ou um realizador de milagres. Ele

passou a ser uma pessoa mais viva e real do que qualquer

outra que conhecia. Uma pessoa com quem poderia ter

um relacionamento; alguém que certamente me ouviria

quando eu falasse, da mesma forma que eu o ouviria

quando Ele me dissesse algo. Esse é Jesus.

Jesus é uma pessoa que deseja ardentemente ter um relacionamento

pessoal com cada um de nós. Percebi isso quando reli o primeiro

capítulo do Evangelho de São João. Certo dia, João Batista

conversava com dois de seus discípulos, e Jesus passou ali

perto. João Batista reconheceu aquela pessoa que passava

como o Salvador do Mundo e disse aos seus discípulos:

“Eis o Cordeiro de Deus” (Jo 1,36). Ainda hoje, Jesus passa

próximo a nós: talvez não o reconheçamos, porque não

estamos atentos para perceber sua passagem ou estejamos

surdos quando alguém nos indica: “Ali está Jesus”.

Aqueles dois discípulos ouviram João Batista e viram

Jesus passar. O que eles fizeram? Imediatamente, deixaram

João Batista e começaram a seguir Jesus. Em um certo

momento, Jesus volta-se para eles e pergunta: “O que vocês

querem?” O Senhor faz essa mesma pergunta a cada

um de nós: “O que você quer? O que você quer da vida?

O que você quer de Deus, o seu Pai? O que você realmente

quer?” Jesus fez àqueles discípulos uma pergunta, e

eles responderam fazendo outra: “Mestre, onde moras?”,

como quem diz: “Não queremos nada de ti, não queremos

uma cura ou um milagre, não precisamos de um ensinamento,

nós queremos a ti, como pessoa. Só queremos estar

contigo, visitar o lugar onde moras”. A resposta de Jesus foram

somente três palavras – muitas vezes suas respostas são

curtas, mas muito importantes: “Vinde e vede”. “Vinde”

significa que você está sendo convidado – Jesus nunca força

ninguém. Todo o Evangelho começa com este convite

de Jesus: “Vinde, vinde e eu vou libertá-lo dos seus fardos,

vinde e eu o farei pescador de homens. Vinde beber das

águas vivas da minha fonte”. Logo no início do Evangelho

de São João, Jesus diz “Vinde. Lá, então, vereis”.

Na Bíblia, o verbo ver não significa simplesmente enxergar

com os olhos, mas também experimentar tudo

aquilo que você sempre quis e ainda não realizou, ter

uma satisfação e uma felicidade jamais sentidas, apresentar

uma paz e força que até então desconhecia.

“Vinde e vede”. E o que aqueles discípulos fizeram? Seguiram

a Jesus. O Evangelho nos conta que passaram o

resto do dia com Jesus. Você sabe como foi esse dia com

Ele? Não fizeram nada mais, nada menos que olhá-lo e

ouvi-lo. Experimentaram Jesus como pessoa.

Depois dessa experiência, os dois discípulos foram

contar aos seus familiares e amigos que haviam encontrado

Jesus. Um dos discípulos era André, que foi até o

seu irmão Pedro e disse-lhe: “Encontramos aquele que

estávamos procurando, encontramos Jesus, o Messias”. E

também Pedro foi, juntamente com André, até Jesus.

Hoje, Ele faz a mesma pergunta: “Quem sou eu para

você?” E quando respondermos corretamente, Ele dirá a

cada um de nós: “Vinde e vede”.

É isso que percebi no grande livro de Jó, aparentemente

monótono num primeiro momento – sempre com



discussões entre ele e seus amigos sobre Deus, que permanece

ouvindo pacientemente. Nos últimos capítulos,

porém, Deus começa a falar a Jó: “Onde estavas, quando

lancei os fundamentos da terra? Informa-me, se tens o

entendimento" (Jó 38,4). Deus, nos três capítulos e meio

seguintes, continua fazendo perguntas e mais perguntas a

Jó, que responde no último capítulo: “Eu te conhecia só

por ouvir dizer, mas, agora, vejo-te com meus próprios

olhos. Por isso, acuso-me a mim mesmo e me arrependo,

no pó e na cinza” (Jó 42,5-6).